O coletivo Abayomi Aba discute o feminicídio da mulher negra e periférica neste sábado (23/07) a a partir das 14h na praça do Colônia em memória do Dia 25 de Julho.

O Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha foi criado em 25 de julho de 1992, durante o 1º encontro de mulheres organizadas, em Santo Domingos, República Dominicana. Determinou-se que este dia seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra e periférica. Desde então, coletivos culturais e feministas têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero e racial/étnica em que vivem estas mulheres negras.

O coletivo ABAYOMI ABA trás como objetivo para este dia, não apenas a comemoração, mas sim a ampliação e fortalecimento quanto a organização de nós mulheres negras, que possamos construir juntos aos discussões e oficinas estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais. É um dia para ampliar parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra.

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