Contra os retrocessos na garantia de direitos, a Frente Nacional Contra a Redução da Idade Penal convoca a militância para a resistência já nesta terça-feira (04/04), quando o presidente golpista Michel Temer participa da abertura do Fórum Global da Criança na América do Sul, no prédio da FIESP, em São Paulo. A Frente também convoca para uma grande mobilização no dia 13 de julho, aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Mais informações na página do Facebook. Confira abaixo a carta na íntegra:

“A Frente Nacional Contra a Redução da Idade Penal, preocupada com o desmonte do Estado Democrático de Direito e diante de um desgoverno golpista, cruel e sanguinário resolve provocar a militância brasileira a continuar fortalecendo ou intensificar o apoio a todas as agendas de enfrentamento e combate aos retrocessos que esse atual estado de recessão nos imputa, com foco principal nas seguintes datas:

No próximo dia 04 de abril do ano corrente, será realizado na sede da FIESP (Alameda Santos, 1336, Com Avenida Paulista – Jardim Paulista, São Paulo – SP, 01418-100). O Fórum Global da Criança na América do Sul, atividade que reunirá algumas personalidades numa programação internacional entre as 8h e as 19h, com o Michel Temer golpista na abertura e a recatada dona do lar Marcela Temer no encerramento.

Vamos ocupar o prédio da FIESP!?

Dia 13 de julho, data em que o Estatuto da Criança e do Adolescente completará 27 anos da sua promulgação, faremos uma grande mobilização nacional, nos Estados, Distrito Federal, Municípios, Bairros, Jardins, Parques, Avenidas, Rodovias, Becos, Villas e Vielas.

As nossa manifestações tem quer ter fidelidade com os nossos compromissos ideológicos, revolucionários e de emancipação com os direitos humanos e por mais singelo que seja gritamos FORA TEMER!!!

Que no dia 13 de Julho realizemos atos Públicos, Panfletassos, Aulas Públicas, Passeatas, Carreata, Caminhadas, Audiências, Vomitaço nos perfis das redes sociais dos golpistas.

A redução da idade penal, o aumento do período de internação nas “unidade socio-educativas” ou qualquer outra iniciativa por parte desses fúteis usurpadores da democracia não podem passar despercebida da ótica, critica e manifestação  da classe trabalhadora, nem tão pouco pelo crivo criterioso e revolucionário da militância que ocupa as trincheiras da libertação. 

As propostas dessa facção criminosa que que hoje está ocupando as principais instituições do nosso país são inconstitucionais e ferem todas as cláusulas pétreas da nossa pátria  federativa constituída e construída pela classe trabalhadora.

SIGAMOS EM FRENTE!!!”